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terça-feira, janeiro 29, 2013


Resenha: Mulher Gato, Cidade Eterna

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Mais uma resenha de HQ mas não se preocupem a próxima será sobre o livro "Clube Da Luta", e logo logo a Lis está de volta, Só pra não perder o costume meu blog aqui. E vamos e resenha!

 


Autor: Jeph Loeb e Tim Sale
Editora: Panini Books
ISBN: 9788573518719
Paginas: 166
Ano: 2012





Sinopse: Em busca da verdade sobre sua família Selina Kyle, a Mulher-Gato, viaja na companhia de Edward Nigma, mais conhecido como O Charada, à cidade de Roma. Mas os horrores e fascínios de Gotham perseguem a perseguem. Selina Kyle começa tendo enigmáticos sonhos e, quando visita o chefão mafioso Don Verinni, encontra o capo morto pelo veneno do Coringa. Alguma coisa, definitivamente, não estava certa.

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Antes de qualquer coisa gostaria de situar os não tão aficcionados por quadrinhos, Selina Kyle foi criada em 1940 pela clássica parceria de Bill Finger e Bob Kane. Apenas algum tempo depois de sua primeira aparição na edição #1 de Bat-Man (é assim mesmo com o hífen), a ladra e femme fatale foi tornando-se parte cada vez mais importante dentro da obra do Homem-Morcego, até transformar-se numa improvável aliada. Hoje a Mulher-Gato é uma das mais importantes personagens da DC Comics, mantendo uma revista própria há quase 20 anos com poucos intervalos de publicação.

Produzida pelos mesmos autores de Batman - Vitória Sombria, Batman - Dia das Bruxas e Batman - O Longo Dia das Bruxas, Mulher Gato, Cidade Eterna se passa cronologicamente entre O Longo Dia das Bruxas e Vitória Sombria.

Bom, mesmo que não tenha lido nenhuma das obras anteriormente citadas, vale a pena ver Mulher Gato, Cidade Eterna, o titulo original da obra é "When in Rome", "Quando em Roma" em português titulo que eu acho bem mais apropriado, é um titulo charmoso como a HQ, pois a arte desta Graphic Novel é magnífica os traços de Tim Sale são muito eficazes retratam bem toda a voracidade e sensualidade de Selina Kyle, e o roteiro de Jeph Loeb é simples, mas sutil e eficaz te conduz magistralmente pagina à pagina com leveza e suavidade, claro, o que esperar de alguém que foi premiado quatro vezes com o Eisner e é um dos profissionais da TV mais celebrados da última década? E não só por roteirizar Smallville (não muito boa, mas teve sucesso), Lost (minha serie favorita, apesar do final) e Heroes (uma serie boa, mas não acompanhei).

Loeb e Sale, mais uma vez, contam uma história baseada no lado romântico da máfia italiana, na introdução Mark Chiarello ainda brinca com isso que por ser siciliano foi convidado a editar a revista com acabamento em capa dura, papel couchê, uma apresentação de como foi produzidas algumas páginas em INKWASH e uma pequena biografia dos autores, além de uma introdução sentimentalista de Chiarello como já citei, esta revista vale o investimento e um local em sua estante. 

E Lembre-se: Estando em Roma, aja como os romanos.



Aquele Abraço.
Felipe Diaz ou Chuck.
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