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quarta-feira, janeiro 30, 2013


E o que vem por aí... Editora Intrínseca novidades 2013

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Olá galera!


Hoje trago o catálogo com as novidade da Intrínseca. Nem preciso dizer que só tem livros bons, como por exemplo meu querido ''Finale'' que ainda estou tentando tomar coragem para ler, me recuso dizer adeus a Patch :(  deixando as lamúrias de lado rs, vamos espiar o catálogo? Quem sabe as surpresas e novos amores que podemos encontrar. Como sempre digo: apreciem sem moderação =)


Boas Leituras!



O lado bom da vida - Matthew Quick






Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele "lugar ruim", Pat não "tempo separados".



Tentando recompor o quebra-cabeça de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com o pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a aceitar revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida.






Finale - Becca Fitzpatrick



Nora e Patch pensavam que seus problemas tinham ficado para trás. Hank estava morto, e seu desejo de vingança não precisava ser levado adiante. Na ausência do Mão Negra, porém, Nora foi forçada a se tornar líder do exército nefilim, e era seu dever terminar o que o pai começara - o que, essencialmente, significava destruir a raça dos anjos caídos. Destruir Patch.

Nora nunca deixaria isso acontecer, então ela e Patch bolam um plano: os dois farão com que todo mundo acredite que não estão mais juntos, manipulando, dessa forma, seus respectivos grupos. Nora pretende convencer os nefilins de que a luta contra os anjos caídos é um erro, e Patch tentará descobrir tudo o que puder sobre o lado oposto. O objetivo deles é encerrar a guerra antes mesmo que ela venha a eclodir. Mas até mesmo os melhores planos podem dar errado.





Muncle Trogg e o Burro Voador - Janet Foxley




Tamanho não é documento, e Muncle Trogg sabe disso muito bem. Ele é o menor gigante do mundo, tão pequeno que pode se passar por um humano. E até já fez isso, certa vez, e a travessura acabou por salvar sua gente grandalhona de um problema maior ainda. Agora, todos estão planejando uma grande celebração: os humanos, enfim, se foram. Eles habitavam uma cidade no pé do Monte das Lamentações, o reino dos gigantes, e sempre representaram uma ameaça.



O pequeno Muncle, porém, não está animado. Ele sabe que os homens podem ser pequenos, mas não são burros. Sua amiga humana, Emily, já lhe disse que o Monte das Lamentações é, na verdade, um vulcão ativo, e se todas aquelas pessoas abandonaram suas casas é porque ele deve estar mesmo para explodir.



Muncle acredita que só o milagre de um Burro Prodígio, o mais inteligente dos animais, poderá salvar seu povo, apesar de ainda não ter entendido direito como é que uma montanha pode ir pelos ares assim de repente...





Alfred Hitchcock e os bastidores de Psicose - Stephen Rebello




Psicose, de 1960, entrou para a história do cinema como uma das obras mais importantes do mestre do suspense Alfred Hitchcock. Neste livro, Stephen Rebello revela todos os detalhes da criação do filme que viria a influenciar gerações de cineastas e que mantém seu fascínio sobre as plateias mesmo depois de quarenta anos. A reconstituição dos bastidores da produção foi possível graças a uma extensa pesquisa que incluiu os arquivos pessoais de Hitchcock e uma série de entrevistas com os profissionais envolvidos nas filmagens, desde astros como Anthony Perkins e Janet Leigh a roteiristas e integrantes da equipe técnica.



Em seu relato, Rebello expõe os antecedentes da história que chegou às telas. Crimes sanguinolentos da vida real inspiraram um romance de suspense de autoria de Robert Bloch. Atraído pelos aspectos inusitados da obra, Hitchcock adquiriu os direitos de filmagem. No entanto, seu entusiasmo não conseguiu contagiar os executivos da Paramount, estúdio do diretor na época. Obstinado por sua visão artística, Hitchcock decidiu bancar pessoalmente os custos da produção, atraindo estrelas famosas por uma fração do cachê habitual. Rebello narra como foi a gênese de um dos marcos do cinema e todo o processo de criação. Seu livro, por sua vez, serviu de inspiração para o filme Hitchcock, de Sacha Gervasi, estrelado por Anthony Hopkins, Helen Mirren, Scarlett Johansson, Toni Collette, entre outros.






Um mundo, uma escola - Salman Khan



Educação gratuita, de padrão internacional, acessível para qualquer um, a qualquer momento, em qualquer lugar do planeta: essa é a missão da Khan Academy, organização criada por Salman Khan, ex-analista de fundos de hedge e engenheiro que descobriu a paixão pelo ensino ao dar aulas particulares de álgebra para sua sobrinha, com a ajuda da internet. O que teve início de forma despretensiosa se transformou em um fenômeno mundial. Instigado pelas dificuldades de seus alunos, Khan iniciou uma série de experiências culminando com a criação de videoaulas gratuitas que fizeram inesperado sucesso no YouTube. Hoje já estão no ar mais de 3.600 lições utilizadas por milhões de alunos, pais e professores. As técnicas e os softwares desenvolvidos por Khan estão presentes em um número cada vez maior de salas de aula em todo o mundo, com um sucesso animador.



Em Um mundo, uma escola, Khan repensa os princípios do sistema de educação vigente e imagina como poderia ser o ensino se fosse libertado de um modelo que teve origem há mais de 200 anos. No lugar de massacrantes aulas expositivas e cronogramas rígidos, ele propõe que a sala de aula seja um espaço para autêntica interação, com a valorização do papel do professor. Demonstra que já existem, ao alcance de todos, ferramentas tecnológicas capazes de garantir uma educação de altíssimo nível para todos os estudantes, respeitando os diferentes ritmos de aprendizado e estimulando a criatividade na resolução dos problemas.






                             Beijos
                                              Nita

terça-feira, janeiro 29, 2013


Resenha: Mulher Gato, Cidade Eterna

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Mais uma resenha de HQ mas não se preocupem a próxima será sobre o livro "Clube Da Luta", e logo logo a Lis está de volta, Só pra não perder o costume meu blog aqui. E vamos e resenha!

 


Autor: Jeph Loeb e Tim Sale
Editora: Panini Books
ISBN: 9788573518719
Paginas: 166
Ano: 2012





Sinopse: Em busca da verdade sobre sua família Selina Kyle, a Mulher-Gato, viaja na companhia de Edward Nigma, mais conhecido como O Charada, à cidade de Roma. Mas os horrores e fascínios de Gotham perseguem a perseguem. Selina Kyle começa tendo enigmáticos sonhos e, quando visita o chefão mafioso Don Verinni, encontra o capo morto pelo veneno do Coringa. Alguma coisa, definitivamente, não estava certa.

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Antes de qualquer coisa gostaria de situar os não tão aficcionados por quadrinhos, Selina Kyle foi criada em 1940 pela clássica parceria de Bill Finger e Bob Kane. Apenas algum tempo depois de sua primeira aparição na edição #1 de Bat-Man (é assim mesmo com o hífen), a ladra e femme fatale foi tornando-se parte cada vez mais importante dentro da obra do Homem-Morcego, até transformar-se numa improvável aliada. Hoje a Mulher-Gato é uma das mais importantes personagens da DC Comics, mantendo uma revista própria há quase 20 anos com poucos intervalos de publicação.

Produzida pelos mesmos autores de Batman - Vitória Sombria, Batman - Dia das Bruxas e Batman - O Longo Dia das Bruxas, Mulher Gato, Cidade Eterna se passa cronologicamente entre O Longo Dia das Bruxas e Vitória Sombria.

Bom, mesmo que não tenha lido nenhuma das obras anteriormente citadas, vale a pena ver Mulher Gato, Cidade Eterna, o titulo original da obra é "When in Rome", "Quando em Roma" em português titulo que eu acho bem mais apropriado, é um titulo charmoso como a HQ, pois a arte desta Graphic Novel é magnífica os traços de Tim Sale são muito eficazes retratam bem toda a voracidade e sensualidade de Selina Kyle, e o roteiro de Jeph Loeb é simples, mas sutil e eficaz te conduz magistralmente pagina à pagina com leveza e suavidade, claro, o que esperar de alguém que foi premiado quatro vezes com o Eisner e é um dos profissionais da TV mais celebrados da última década? E não só por roteirizar Smallville (não muito boa, mas teve sucesso), Lost (minha serie favorita, apesar do final) e Heroes (uma serie boa, mas não acompanhei).

Loeb e Sale, mais uma vez, contam uma história baseada no lado romântico da máfia italiana, na introdução Mark Chiarello ainda brinca com isso que por ser siciliano foi convidado a editar a revista com acabamento em capa dura, papel couchê, uma apresentação de como foi produzidas algumas páginas em INKWASH e uma pequena biografia dos autores, além de uma introdução sentimentalista de Chiarello como já citei, esta revista vale o investimento e um local em sua estante. 

E Lembre-se: Estando em Roma, aja como os romanos.



Aquele Abraço.
Felipe Diaz ou Chuck.
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segunda-feira, janeiro 28, 2013


Resenha: A Luz Através da Janela - Lucinda Riley

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Olá galera!

Nova resenha minha, espero que gostem, novamente quem quiser me visitar meu blog é o Falando Sobre Livros. =)

Vamos a resenha?



Título: A Luz Através da Janela
Autora: Lucinda Riley 
Editora: Novo Conceito
ISBN: 978-85-8163-114-1 
Páginas: 544





''O que você é deve-se a circunstâncias de nascimento; o que eu sou, sou por meus próprios méritos''



Emilie De Martinières é uma veterinária de 30 anos que mora sozinha em um apartamento na França. Vinda de uma das famílias mais tradicionais e importantes do pais ela tenta viver no anonimato. Com um triste passado de descaso e abandono pelos pais, ela tenta ser uma pessoa comum. 



Seu pai Édouard De La Martinières que já era um senhor de idade quando ela nasceu, apesar dele ser gentil e afetuoso, enquanto ela e a mãe passavam longas temporadas na casa de Paris ele vivia enclausurado em seu château no interior da França. Quado Emilie fez 14 anos ele veio a falecer.

Mas não pense que a história dele acaba por aí, Edouard tem um dos papeis mais importante dessa história, e junto de Emilie vamos descobrir a história dele, seu passado e sua importante porém sofrida participação na guerra contra Adolf Hitler na França á mais de cinquenta anos atrás.

Sua mãe Valérie era uma mulher muito elegante, que vivia nos rodeada de pessoas importantes nos grandes salões da França, ela adorava sua condição e posição social. Porém a última coisa de que ela se lembrava na sua grande lista de afazeres de socialite era sua filha.



''Emilie sabia que seu nascimento havia sido uma resposta relutante à necessidade de produzir um herdeiro para a linhagem dos De la Martinières. Uma exigência cumprida pelo senso do dever, não pelo desejo materno de gerar uma criança. Ao perceber que tinha uma “herdeira” nas mãos, o que era o menos desejável, Valérie ficou ainda mais desinteressada pelo papel de mãe''




O livro começa com Emilie no château por que sua mãe faleceu.



E eu, lamento...?
A pergunta surgiu clara na mente de Emilie. Voltou-se à cadeira 
e sentou-se, tentando encontrar respostas para as várias perguntas 
que essa morte lhe trazia, querendo somar e subtrair das colunas 
emocionais e encontrar uma sensação definitiva. Claro que isso era 
impossível. A mulher deitada de maneira tão patética, tão inofensiva 
agora, ainda era uma influência confusa e sempre traria o desconforto da complexidade. 
Valérie deu à luz uma filha, alimentou-a, vestiu-a e deu-lhe um 
lar de qualidade. Nunca chegou a lhe bater ou abusar. 
Simplesmente não notava sua existência. 
Valérie era uma pessoa, e Emilie esforçou-se para encontrar uma 
palavra para descrevê-la, desinteressada. E isso fez com que ela, no 
papel de filha, se tornasse invisível. 
Emilie estendeu a mão e a pousou sobre a de sua mãe. 
— Você não me via, mamãe... Não me enxergava.


Emilie é a última da linhagem dos  Martinières herdando tudo. Porém seu primeiro pensamento após o funeral de sua mãe é de vender tudo que a família lhe deixou e voltar a sua vida pacata de veterinária.

Mas depois de visitar o chatêau, e ver a coleção de livros do seu pai, ela começa a questionar o que poderia ser feito. 

Em um momento de muita vulnerabilidade ela conhece o charmoso e sedutor Sebastian Carruthers, um jovem que aparece do nada dizendo que sua vó conhecia a família deEmilie, querendo saber assim sobre o passado da sua avó. Com algumas surpresas do ''destino'' ele acaba sendo de muita ajuda para Emilie, ajudando  ela com as coisas de inventário etc.  Encantada com a simpática de Sebastian, confortada por seu apoio ela acaba se apaixonando por ele. Depois de poucos meses ele a pede em casamento. Ela sem nem pensar aceita, e o que prometia ser o começo de uma vida feliz, acabou se tornando um verdadeiro calvário.

A história vai ficando cada vez melhor, em  Blackmoor Hall na casa caindo aos pedaços do marido, ela conhece o problemático e estranho irmão dele Alex, que por sinal se torna um dos meus personagens preferidos, ele é muito inteligente, sagaz, cheio de piadas com humor negro. E muito diferente do que Sebastian conta.

Em viagens até o chêteau para supervisionar as obras ela vai conhecendo a história de sua família contada por um antigo amigo e funcionário de seu pai senhor Jacques. Descobrindo os laços que unem seu pai e a avó de Sebastian e Alex

Temos na verdade duas histórias sendo contada. A história de Emilie nos dias atuais e de seu pai e Connie avó de seu marido, nos tempos da guerra em meados de 1940 , uma história que vai explicar a vida dos Martinières.




''Conhecer seu passado é a chave para libertar seu futuro''

Esse livros é uma grande e emocionante aventura no tempo, onde vamos aprender que somente conhecendo seu passado, você pode conseguir seguir com seu futuro.

Só tenho uma reclamação, não entendi o que acontece com o filho de JacquesJean, deu a entender que ele gostava de Emilie fazia muito tempo, e que de certo modo ela retribuía o sentimento. O destino dele me pareceu incerto...

Adorei as narrações da época da guerra, pois foram usados muitos dados reais para ilustrar a história. São coisas que nos chocam. O fluxo de informações vai de uma forma encantadora e perfeita, nos deixando curiosos e revelando as coisas no momento certo. Preciso dizer se recomendo? =)

A capa, a fonte, está tudo perfeito!




                                                        Beijos
                                                                          Nita



domingo, janeiro 27, 2013


Filme: Sherlock Holmes - O Jogo das Sombras.

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 "O jogo começou, Watson".


Olá amigos,

Hoje irei falar do filme "Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras" (Sherlock Holmes: A Game of Shadows), o segundo filme da trilogia dirigida por Guy Ritchie e estrelada por Robert Downey Jr. e Jude Law.

Antes de qualquer coisa, deixe-me revelar-lhes que sou um grande fã de Sherlock Holmes, para mim o maior personagem da literatura de todos os tempos (e desafio os que pensam em contrário a me indicar  outro nome que possa rivalizar com o detetive inglês). Por tanto, é natural que como fã me interesse por filmes, séries e livros que usem o personagem criado por Conan Doyle.

Quando anunciaram o primeiro filme dirigido por Ritchie, como muitos fãs, questionei intimamente a escolha do ator Robert Downey Jr. para viver o personagem título. Não que Downey, com seus olhos esgazeados que lhe conferem um ar de constante embriaguez, não seja um bom ator, apenas destoa das características feitas por Doyle de sua criação. Contudo relaxei quando descobre que o longa seria uma adaptação de umas histórias em quadrinhos inspiradas, por sua vez, nas histórias de Doyle.

Loquei o primeiro filme assisti e curti, apesar dos pesares. Por isso, quando loquei a continuação, no ano passado (postagem atrasada, hã?), já me encontrava devidamente preparado para as dessemelhanças entre o Holmes do Cânone e o Holmes de Downey.

"Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras" se passa algum tempo depois da trama do primeiro filme. Nosso bom Dr. Watson está em vias de finalmente se casar com a bela Mary Morstan (Kelly Reilly) e Holmes está em véspera de perder seu fiel companheiro de aventuras, mas não sem relutância e excêntricos protestos.

Para conturbar um pouco as coisas, Holmes ainda se encontra no encalço do enigmático Professor Moriarty (muitíssimo bem interpretado por Jarred Harris, da série Mad Men). Quando o príncipe da Áustria é assassinado em um aparente suicídio, Holmes descobre que isso faz parte de um nefasto plano arquitetado por seu arqui-inimigo e parte para o confronto. Nisso, Watson é pego no meio do fogo cruzado entre esses dois gênios, coisa que, para um recém-casado não é nada favorável. 

Deixando Mary aos cuidados de Mycroft Holmes (Stephen Fry), irmão mais velho de Sherlock, Watson se une ao seu companheiro de aventuras naquela que, segundo ele, será a última da parceria.

Moriarty elaborou um intricado plano para dá início a Primeira Guerra Mundial e faturar muito dinheiro com isso. Ajudados pela cigana Simza (vivida pela atriz sueca Noomi Rapace) a dupla viajará pela França, Alemanha e Suíça até as cataratas de Reichenbach para impedir o vilão de obter êxito. 

Não faltam cenas de luta ao estilo do primeiro filme, muita perseguição, reviravoltas, humor e, claro, as geniais deduções de Sherlock Holmes.

O filme acerta o tom e supera o primeiro, existem cenas inesquecíveis onde se aproveitando da câmera lenta, Ritchie cria momentos únicos, como a fuga na floresta. A relação de Holmes e Watson é afiada e bem construída, resultado do entrosamento entre Downey e Law que estão cada vez mais confortáveis nos seus respectivos papeis. O embate final entre Holmes e Moriarty é fantástico: os dois percebem que chegaram ao fim do jogo, cada um, utilizando-se de seus dotes de observação, entrevê os golpes e contragolpes que irão acontecer em uma luta corporal, em todos os cenário possíveis, Holmes leva a pior por causa de um ferimento, só restando a ele uma única coisa a fazer.

Um ótimo filme. Fico imaginando o que eles farão para que o terceiro seja tão bom quanto este.
Postado por Max

Também publicado no blog MaxLiteratura.

Trailer:

sábado, janeiro 26, 2013


E o que vem por aí... O Inferno de Gabriel - Sylvain Reynard - Editora Arqueiro

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Olá galera!

Estamos vivendo em um tempo em que a literatura erótica está em alta, com livros como a trilogia ''Cinquenta Tons de Cinza'' e as séries ''Crossfire'' (Toda Sua) ''Os Sullivans'' entre tantas outras está no topo dos mais vendidos, sendo os temas mais comentados tando pelas criticas positivas quanto as negativas.  Nessa onda o que não falta são autores investindo mais nesse modernos e exitante mercado literário. E como prova disso, trago hoje mais uma nova trilogia da editora Arqueiro que promete seduzir milhares de leitores. E como sempre digo: apreciem sem moderação. =)


Boas Leituras!

14/02




A salvação de um homem. O despertar da sexualidade de uma mulher.


Enigmático e sedutor, Gabriel Emerson é um renomado especialista em Dante. Durante o dia assume a fachada de um rigoroso professor universitário, mas à noite se entrega a uma desinibida vida de prazeres sem limites.
O que ninguém sabe é que tanto sua máscara de frieza quanto sua extrema sensualidade na verdade escondem uma alma atormentada pelas feridas do passado. Gabriel se tortura pelos erros que cometeu e acredita que para ele não há mais nenhuma esperança ou chance de se redimir dos pecados.
Julia Mitchell é uma jovem doce e inocente que luta para superar os traumas de uma infância difícil, marcada pela negligência dos pais. Quando vai fazer mestrado na Universidade de Toronto, ela sabe que reencontrará alguém importante – um homem que viu apenas uma vez, mas que nunca conseguiu esquecer.
Assim que põe os olhos em Julia, Gabriel é tomado por uma estranha sensação de familiaridade, embora não saiba dizer por quê. A inexplicável e profunda conexão que existe entre eles deixa o professor numa situação delicada, que colocará sua carreira em risco e o obrigará a enfrentar os fantasmas dos quais sempre tentou fugir.

Primeiro livro de uma trilogia, O inferno de Gabriel explora com brilhantismo a sensualidade de uma paixão proibida. É a história envolvente de dois amantes lutando para superar seus infernos pessoais e enfim viver a redenção que só o verdadeiro amor torna possível.


Quando ainda era adolescente, Julia conheceu o homem dos seus sonhos. Gentil e carinhoso, ele a levou a um pomar abandonado e lhe apresentou a história de amor de Dante e Beatriz, despertando nela o interesse pela cultura italiana. Mas, ao acordar no dia seguinte, ele não estava mais lá.
Sentindo-se abandonada e humilhada, Julia não contou a ninguém sobre aquele encontro e se esforçou para tocar a vida. Porém, jamais foi capaz de esquecê-lo.
Anos depois, ela se muda para o Canadá, para fazer mestrado na Universidade de Toronto. Embora soubesse que seria obrigada a se defrontar com seu passado, nada poderia tê-la preparado para o que iria encontrar.
Gabriel Emerson é um professor especialista em Dante. Impaciente, grosseiro e arrogante, ele não lembra em nada o jovem por quem Julia se apaixonou. E mais: parece não ter a menor ideia de quem ela é.
O inferno de Gabriel é uma história extremamente romântica e sensual sobre duas pessoas muito feridas, que precisam superar a culpa e a auto depreciação para enfim voltar a acreditar no amor.


Leia um TRECHO



Uma palavra para essa nova série: EXCITANTE =)


                                   Beijos
                                                   Nita

sexta-feira, janeiro 25, 2013


Batalha Musical

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Olá galerinha! Tudo certo com vocês?
Fim de semana chegando e eu, finalmente, voltando com mais um Batalha Musical. \o/
Tava cheia de saudade de vocês e, como esse é o primeiro post de 2013, aproveito para lhes desejar um ano perfeito, cheio de realizações e muitas alegrias, ok?!

Já que tô voltando, resolvi indicar a música que escolhi como música-tema do MEU 2013.

Tribalistas foi um hiper-mega-big-super grupo formado, em 2002, por Arnaldo Antunes, Marisa Monte e Carlinho Brown. Ninguém pode falar mal de uma junção tão fantástica assim, né, galera? Quem conhece, vai ter que concordar. 3 grandes nomes da MPB muito bem misturados. Uma pena que a banda tenha dirado pouco tempo. =\


Não tem como pensar no grupo e não pensar na música mais badalada deles. Já Sei Namorar foi um dos grandes sucessos do ÚNICO cd do grupo e uma das canções mais badaladas do mesmo. Ao meu ver, falando de liberdade, é exatamente isson o que mais quero nesse 2013.
Vamos matar a saudades?! =D

"Não tenho paciência pra televisão
Eu não sou audiência para a solidão
Eu sou de ninguém
Eu sou de todo mundo e
Todo mundo me quer bem
Eu sou de ninguém
Eu sou de todo mundo e
Todo mundo é meu também"


Até mais!
Beijos ;**
Paulinha

quinta-feira, janeiro 24, 2013


Resenha V de Vingança

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É galera a Lis disse para eu postar apenas duas resenhas depois mudou de ideia, vou pra terceira e logo, logo tem mais, só pra não perder o costume, meu blog é esse aqui, veja o que ele tem haver com você, agora vamos a resenha...




Autor:  Alan Moore e David Lloyd
Editora: Panini Books
ISBN: 9788565484107
Páginas: 304
Ano: 2012




Sinopse: Encenada em uma Inglaterra de um futuro imaginário que se entregou ao fascismo após uma guerra nuclear. Nessa Inglaterra, considerada “pouco importante para merecer ser bombardeada” (fruto da desilusão dos autores com a política neoliberal de Margaret Thatcher) o caos imperava até chegar ao poder um regime fascista e xenófobo. Quando a história começa, já encontramos o país naquela fase posterior aos expurgos, onde o povo vive em resignação, vigiado por câmeras 24 horas por dia e os campos de “readequação” para onde foram conduzidos comunistas, negros, estrangeiros, homossexuais e outras minorias literalmente nessa ordem, já foram desativados. Toda a cultura pop antiga foi erradicada pelo novo regime, que se divide em secções que fazem alusão às suas funções (por exemplo, as investigações são controladas pelo Nariz) e que seguem as diretrizes apontadas por um computador chamado Destino. E contra tudo isso em busca simplesmente de vingança, surge V.

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            Produzida entre 1982 e 1983 e reeditada e finalizada em 1988, escrita por Alan Moore e ilustrada por David Lloyd, a história conquistou público e crítica, ainda sendo um grande sucesso vinte e tantos anos depois de sua concepção.   
V de Vingança tem um texto absurdamente denso, pesado e obscuro, a arte é a mesma coisa absurdamente densa, pesada e obscura. As sombras ajudam a conduzir a historia. O entrosamento entre texto e desenho a algo milimetricamente pensado ambos se completam.

“Com a ciência, as ideias podem germinar num leito de teorias, formas e práticas que auxiliam seu crescimento… Mas nós, como jardineiros, devemos estar atentos… Porque algumas sementes são de ruína… e os botões mais iridescentes são geralmente os mais perigosos.”

Cada personagem é essencial para a historia. Ao ler preste bastante atenção, atente-se realmente aos detalhes. A forma como cada um dos personagens se constroem até o fim da narrativa principalmente Evey Hammond.

Esta edição que tenho em minha humilde coleção tem alguns diferenciais que gostaria de ressaltar, tem dois textos introdutórios, um escrito por Alan Moore outro por David Lloyd, Alem de um artigo escrito por Morre durante a publicação original de V em 88, há também rascunhos das artes e um  guia com notas e comentários para você não se perder. A única diferença dessa edição de 2012 para a edição de 2006 é que a sua capa e cartonada e não de capa dura e seu preço é bem mais acessível algo em torno dos 25,90 não me lembro ao certo.

            E antes de concluir aqui minha resenha, gostaria de fazer algumas considerações, apesar do que muitos falam sobre o caráter politico da obra não vá esperando respostas e esclarecimento político, o próprio Alan Morre alerta no inicio com seu texto introdutório para a sua inexperiência política,  vemos o próprio "Fascismo" do governo é simplesmente um partido politico repressor, o texto não fala de anarquismo em nenhum momento diretamente ou se aprofunda em qualquer outra forma política ou ideológica, apesar do personagem V ter se fixado sobre o discurso anarquista, e isso fica implícito na obra toda até ao término sendo citado por Evey, a obra se trata de insurreição popular, o povo tomando o poder politico independente de quem, doutrina ou ideologia estará no Governo a obra inteira pode ser resumida em uma única frase dita pelo próprio V.

O governo deve temer o povo, não o povo o governo”.

         Uma outra consideração que queria fazer é que o filme é muito bom, mas extremamente infantilizado, é quase um estupro a obra de Alan Moore e David Lloyd. Para você ter uma noção Eric Finch toma LSD para ter o mesmo nível de consciência que o personagem V . E por ai vai o texto mais violento e cheio de tramas. Como o fato de que Evey  aos 16 anos ir as ruas depois do toque de recolher para vender seu corpo. 

Bom, para concluir está minha divagação digo que V de vingança é uma arrebatadora, poderosa e aterradora história sobre perda de liberdade e cidadania em um mundo bem possível, ela captura a natureza sufocante da vida e a força redentora do espírito humano que se rebela contra situações adversas.  Obra de surpreendente clareza e inteligência, traz inigualável profundidade de caracterizações e verossimilhança em um audacioso conto de opressão e resistência. V DE VINGANÇA permanecerá como uma das maiores obras dos quadrinhos de todos os tempos. Ela é libertadora.



Aquele abraço.
Felipe Diaz ou Chuck.
Inglaterra Triunfa!
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