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domingo, dezembro 16, 2012


Filmes Colombiana e A Hora do Espanto.

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Olá amigos,

Hoje irei falar de dois filmes: "Colombiana" e o remake de "A Hora do Espanto". O primeiro é um excelente filme de ação, o segundo uma nova versão de um clássico dos anos oitenta que misturava terror com humor, como tantos outros da época.

Em "Colombiana", Zoe Saldana vive Cataleya Restrepo, que após testemunhar o brutal assassinado de seus pais quando criança decide se tornar uma assassina profissional. Para isso, ela deixa Bogotá, Colômbia e parte para os Estados Unidos em busca do que restou de sua família: seu tio Emilio (Cliff Curtis). Emilio, assassino profissional e narcotraficante, aceita treinar a sobrinha. Quinze anos depois a garotinha cresce e se torna uma das mais letais assassinas profissionais do pedaço. Entre um serviço e outro, selecionados por seu tio, ela busca e elimina os mafiosos ligados ao chefão do crime que matou seus pai. Como uma forma de enviar uma mensagem ao seu alvo, ela desenha uma flor, uma cataleya, nas vítimas. Contudo, essa busca desenfreada por vingança pode custar caro, mas Cataleya está disposta a pagar o preço que for. Enquanto foge de um obstinado agente do FBI, ela tenta localizar o seu último alvo.

O filme é eletrizante, para quem curte filmes de ação, eis um prato cheio. Zoe Saldana está incrível como uma assassina profissional.

A direção do longa ficou por conta de Oliver Megaton. No elenco, além de Zoe Saldana e Cliff Curtis, estão: Michael Vartan, Lennie James, Callum Blue, entre outros.

Já no remake de "A Hora do Espanto" o espectador encontra tudo o que os filmes do gênero possuíam nos idos anos oitenta: um roteiro vazio compensado com cenas de ação e que embora pudessem ser muito melhores, constituem um divertimento livre de maiores compromissos.

Na trama, dirigida por Craig Gillespie, a vida de Charley Brewster (Anton Yelchin), ex-nerd e agora da turma dos mais populares da escola e com a namorada dos sonhos, Amy Peterson (Imogen Poots), muda de cabeça para baixo quando ele descobre que seu estranho vizinho Jerry (Colin Farrel) é um vampiro. Após um frustrado plano de resgate de uma jovem vítima de Jerry, Charley acaba despertando a fúria do morto-vivo. Sem ter ninguém que acredite em sua história, Charley,  sua namorada Amy e  sua mãe Judy Brewster (Toni Collette) lutam por suas vidas na mão de um vampiro furioso. Quando as coisas realmente dão errado - sua mãe fica hospitalizada e Amy é raptada - Charley se vê obrigado a recorrer ao ilusionista Peter Vincent (David Tennant), um suposto perito em criaturas sobrenaturais, para matar Jerry e impedir que Amy se transforme em uma vampira.
 
O filme peca por manter demais o clima oitentista, deveriam ter inovado um pouco e caprichado mais na trama. Não sei se o leitor já percebeu, mas muitos dos filmes da época, assistidos agora, perdem um pouco da magia e do fascínio que nos causava. Os produtores perderam uma oportunidade de recriar a franquia e dar-lhe um novo vigor. Não é um filme ruim, serve para passar o tempo.

Postado por Max.

Também publicado no blog do autor:  http://maxliteratura.blogspot.com.br/

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