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terça-feira, fevereiro 14, 2012


Cinefilia: O Preço do Amanhã

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Olá queridos! Como estão? E o final de semana? Eu estou aqui mortinha de preguiça e confesso que poderia ficar mais um pouquinho na minha cama, mas como a obrigação nos grita né.
Bom como na última terça-feira eu pedi para vocês escolherem um dos filmes que eu iria fazer uma breve crítica, estou aqui novamente, para cumprir minha promessa e pelo que parece o vencedor foi o filme O preço do amanhã. Então vamos lá.


Sinopse: 'O Preço do Amanhã' se passa em um futuro não muito distante, onde a ciência descobriu um processo que interrompe o envelhecimento aos 25 anos. Com os ricos se tornando belos imortais, o resto da humanidade terá de lutar para sobreviver.

Você já parou para pensar friamente naquele velho ditado de que “Tempo é dinheiro?”

Neste filme, somos apresentados a esta filosofia de vida, onde tempo é dinheiro, literalmente, tempo é vida, tempo é tudo.

Will Sallas (Justin Timberlake) é o Robin Hood da vez, ou pelo menos é assim que muitas críticas o estão considerando. Salvador da pátria e lutador, pela causa dos pobres, Will é acusado de assassinato por ter ganhado um tempo excessivamente grande de um cara que ele mal conhecia. A trama se desenvolve em torno dos relógios que os ‘seres-humanos’ mantém no pulso, contando, á partir de seus 25 anos, cada minuto de suas vidas e se zerado, tirando a mesma de súbito. Sylvia, filha de um poderoso magnata, é feita refém após uma festa na casa do Pai. Will e Sylvia, juntos descobrem que o amor, é mais poderoso do que a imortalidade.

Eu fiquei matutando horas e horas, pensando sobre o quê, especificamente escrever. Sobre a falta de química dos atores? Ou da instigante interpretação de Justin? Ou da peruca (pelo menos foi o que pareceu) da Amanda? Ou do exagero contínuo da atuação de Alex? Parecem temas fúteis, mas para amantes da sétima arte como eu, cada detalhe, tem que ser precisamente perfeito.

O Preço do Amanhã faz uma crítica severa á sociedade (vemos mais uma vez, não somente nos livros, o tema da vez, DISTOPIA) que tudo quer comandar, o tempo, o dinheiro de cada um. E neste contexto não temos muita coisa diferente da nossa atualidade, pois apenas nos desapegamos das notas, e evoluímos para a tecnologia, no filme, vemos o Governo que quer ser mais poderoso sempre, a ‘máfia’ que rouba tempo, os pobres renegados e os ricos esbanjando tempo.

Eu sinceramente achei a ideia do filme muito boa, o enredo é ótimo, mas se fosse melhor produzido, poderia superar as expectativas de todos. Num filme onde se preocuparam com os astros do momento, esqueceram de dar andamento á um roteiro – que parecia – interminado. Eu sei, eu sei, estou sendo muito dura. Mas eu fico indignada com produções que teriam tudo para dar certo e explodir bilheterias de todo o País, se transformarem num monte de clichê barato.

Eles deixaram um gancho no final, não sei dizer ao certo se para um segundo filme. Mas vale a pena perder umas horinhas assistindo ao filme, tanto para nos convencermos de que estamos desperdiçando tampo, quanto para apreciarmos os astros de cinemas que há tempos vem se tornando favoritos.

NOTA ESPECIAL: Preciso dar um salve \o/ para Olivia Wilde, que vem me surpreendendo muito, primeiro em House, depois em Tron e agora em O Preço do Amanhã. Apesar de a sua participação ser breve a cena em que ela participa com Will, é forte e emocionante, dá um apertinho no coração.

O filme tem boas seqüências de ação e uma fotografia maravilhosa, então, dêem uma chance ao filme e tirem suas próprias conclusões.


Confiram o trailer:





Se fosse para dar uma nota, de 1 á 5 eu daria 3. Ta bom? =)



Um beijão e tenham uma ótima semana!
Camila Leite
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