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terça-feira, janeiro 31, 2012


Cinefilia: Clássicos para assistir (“E o vento levou...”)

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Olá queridos, como estão nesta terça-feira? Eu estou morta de cansada porque tenho ido dormir muito tarde! :s

Esse post já era para estar pronto há muito tempo, mas acabei ficando sem tempo! Desculpem-me!

Bom, eu tive a brilhante (ou nem tanto) ideia de toda primeira terça-feira do mês vir falar para vocês, sobre aqueles filmes que não podem faltar no currículo de um verdadeiro Cinéfilo.

O escolhido do mês é o clássico “E o vento levou...”

(Um filme de 1939, dirigido por Victor Fleming)

Quem nunca ouviu falar da famosa Scarlet O’Hara(que foi interpretada impecavelmente por Vivien Leigh)?
Uns a amam, outros a odeiam (como eu, no início), por ser ingênua e impetuosa, mas ninguém pode negar, Scarlet é um dos papéis mais admirados do planeta, seja por sua beleza, claramente destacada e vivida, na pele de Vivien, ou por sua força, que mesmo destruída, e a família ruindo-se, durante a Guerra Civíl Americana, segurou as rédeas de sua vida com braços fortes, ou simplesmente pela ambição inabalável, ou pelo egoísmo abertamente destacado. Não podemos negar que Scarlet era uma mulher forte e que chamava bastante atenção, surpreendeu á todos, em uma época que surgiam protagonistas perfeitos e de ideais fortes, com seu egoísmo e sua impiedosa determinação de passar por cima de tudo e todos para conseguir o que quer.

Rhett (Clark Gable) (aaaaaaaaaaaaawt suspiros apaixonados) por outro lado, é um vívido aventureiro e suas cenas são quase que em função de Scarlet, uma vez que ela aparece em todas as seqüências com Gable. Em uma relação de amor e ódio, ele é um ótimo companheiro e um amigo inigualável.

Li uma crítica muito bem construída á respeito do filme que diz que: Scarlet e Rhett construíram o que conhecemos hoje como as famosas Telenovelas, pelos conflitos constantes de emoções e o romance como tema, - não necessariamente por um personagem, mais também por um lugar ou uma causa. – Então não estranhe se ficar com a sensação de: “Já vi isso em algum lugar”. Qualquer semelhança NÃO É mera coincidência.


E o vento levou, foi produzido com o custo de cinco milhões de dólares, uma quantia insignificante, para os cofres da MGM, levando em consideração os valores atuais, das produções e indo um pouco mais longe, levando em consideração os lucros que o filme deu e continua dando até hoje ao estúdio.

Curiosidade: Na cena em que Scarlet foge com Rhett e Melanie na carroça, vários estúdios inteiros tiveram que ser efetivamente queimados, para que tudo ficasse realmente assustador. Alguns vizinhos da MGM chegaram a chamar os bombeiros achando que o estúdio estava pegando fogo realmente. Mas na verdade, não era nada além do que os antigos cenários de King Kong (1933) que estavam sendo queimados e quase duas horas de incêndio estavam sendo filmado para que o maior realismo possível chegasse ás telas.

Outro fato curioso é que: Hattie McDaniel, não pôde receber sua estatueta de coadjuvante simplesmente por ser negra.

A produção faturou 10 Oscar (um honorário e outro técnico, por isso alguns o considerem vencedor de apenas oito estatuetas) representam um pouco da imortalidade da obra.

Eu poderia ficar aqui falando o dia inteiro das peculiaridades da obra. Mas acho que todos devam assistir (mesmo que seja um tanto cansativo, pois são 238 minutos de filme) para obter por si próprio uma experiência única.

A obra é de uma singularidade irrefutável, sendo item obrigatório na carteirinha de qualquer cinéfilo que se preze!

NOTA: Esta NÃO É uma resenha propriamente dita do filme. Por que tenho uma opinião especial sobre a protagonista, e isso mudou com o decorrer do tempo e conforme fui conhecendo e entendendo melhor a obra!

E aí, quem já assistiu? O que acharam?
Um super beijo e até a próxima!

Camila Leite
Fonte: Cine Players
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