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segunda-feira, abril 25, 2011


Entrevista com Mauricio Gomyde

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Oi pessoas!! E ai se empanturraram muito de chocolate?
Hoje trago para vocês um entrevista com o autor do livro O Mundo de Vidro, Maurício Gomyde, eu adorei a  entrevista, espero que vocês gostem também :)


Para começar, nos conte um pouco sobre você.
Sou uma pessoa super comum. Apenas um contador e cantador de histórias, mais nada. Gosto de falar de situações comuns, sem linguagem rebuscada, sempre com humor e romance. Acho que li muitos livros assim, e me interessei pelo estilo. Acho que a leitura deve levar cada um a ter prazer por viajar na história, e eu tento isso, sempre. Bom, eu nasci em São Paulo, mas moro em Brasília. Sou músico também. Toco bateria e componho. No meu blog www.mauriciogomyde.com tem algumas canções e também informações sobre literatura. 

Nos conte um fato engraçado que já aconteceu com você.
Caramba, tá me escapando alguma realmente boa que valha a pena contar. Sempre acontecem situações hilárias, e eu acabo, inclusive, passando pras histórias que escrevo. O importante, acho, é levarmos sempre a vida na boa, sem darmos tanta importância a pequenas coisas. Acho que, assim, tudo fica sempre a um pequeno passo de ser perfeito. 

Quando despertou a vontade de ser escritor?
Sempre quis contar minhas histórias. Acho que a gente nunca sabe precisamente o momento em que isso passa a ser uma necessidade. Mas minha família é de gente que escreve bastante, então eu sempre li muito. Acho que foi um caminho natural. Gosto de escrever porque é uma fuga, uma forma de contar coisas que não aconteceriam necessariamente na vida real.


Como surgiu a ideia para o livro O Mundo de Vidro?
O livro tem um meta-livro, que são uns emails que Ela (as personagens se chamam 'Ele' e 'Ela') começa a receber anonimamente. Na verdade, eu comecei pelos emails. Não sabia no que ia dar. A construção da história foi posterior. Como sempre digo: a gente sabe como começa, e nunca como termina um livro. rs


Qual é a maior dificuldade em compor um personagem?
A dificuldade está em torná-lo crível, verossímil. Claro que você pode fazer um tipo de literatura em que os personagens sejam mesmo impossíveis. Mas nos livros que escrevo os personagens são reais, pessoas comuns. Então a gente precisa definir como ele será, o que vai falar, como vai falar e agir. O desafio é grande e ao mesmo tempo a parte mais gostosa da coisa, que é criar.

O que os leitores devem esperar de O Mundo de Vidro?
Eu sempre digo que é difícil agradar a todos, porque cada pessoa tem uma história, tem experiências anteriores, já leu um monte de livros sempre diferentes do que nós lemos. O livro é leve, é divertido, tem partes engraçadas e outras românticas. Quem curte o estilo acho que vai gostar. Espero que muitos dos seus leitores gostem deste estilo de escrita.

Tem outros projetos envolvendo algum outro livro? Se sim pode nos contar um pouco?
Eu estou com um livro pronto, chamado "Infelizes para Nunca". Mas lançarei outro antes. Comecei a escrever há um mês e estou gostando bastante. Acho que, na sequencia do O Mundo de Vidro, este terá mais sentido. Não tem nome ainda, mas acho que está bem legal. Em breve terei mais novidades!


Maurício, finalizando gostaria de agradecer por ceder a entrevista e deixo este espaço para deixar uma mensagem para os leitores.
Eu só tenho a te agradecer, Lis, pelo espaço que abriu no Batalha Literária. Acho que os blogs são uma saída maravilhosa pra todos os escritores e leitores que desejam conhecer coisas que estão fora do grande esquema. Muita gente boa fazendo ótima literatura, e é gratificante ler que os blogs tem aberto espaço pra literatura nacional. Aos leitores: não deixem de acompanhar os blogs! Não deixem de procurar as novidades! Vocês podem e vão se surpreender! :)
Obrigado, Lis, e sucesso pra todos nós.
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