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domingo, outubro 24, 2010


Resenha: Samantha Sweet, Executiva do Lar - Sophie Kinsella

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Editora: Record
Autor: SOPHIE KINSELLA
ISBN: 9788501076748
Origem: Nacional
Ano: 2007
Edição: 1
Número de páginas: 512
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Sinopse:
Meu nome é Samantha, tenho 29 anos. Nunca assei um pão na vida. Não sei pregar botão. O que sei é reestruturar um contrato financeiro e economizar 30 milhões de libras para meu cliente. Samantha Sweet é uma advogada poderosa em Londres. Trabalha dia e noite, não tem vida social e só se preocupa em ser aceita como a nova sócia do escritório. Ela está acostumada a trabalhar sob pressão, sentindo a adrenalina correr pelas veias. Até que um dia... comete uma grande mancada. Um erro tão gigantesco que pode destruir sua carreira. Samantha desmorona, foge do escritório, entra no primeiro trem que vê e vai parar no meio do nada. Ao pedir informação em uma linda mansão, é confundida com uma candidata a doméstica e lhe oferecem o emprego. Os patrões não fazem idéia de que contrataram uma advogada formada em Cambridge, com QI de 158, e que não tem a menor noção de como ligar um forno! O caos se instala quando Samantha luta com a máquina de lavar... a tábua de passar roupa... e tenta fazer cordon bleu para o jantar... Mas talvez não seja tão incapaz como doméstica quanto imagina. Talvez, com alguma ajuda, ela possa até fingir. Será que seus patrões descobrirão que sua empregada é de fato uma advogada de alto nível? Será que a antiga vida de Samantha irá alcançá-la? E, mesmo se isso acontecer, será que ela vai querer de volta? A história de uma mulher que precisa diminuir o ritmo. Encontrar-se. Apaixonar-se. E descobrir para que serve um ferro de passar..

Sophie Kinsella, autora de chick-lits de sucesso como a série Delírio de Consumo, Lembra de Mim e Menina de Vinte, apresenta outro romance encantador com a advogada bem-sucedida, “Samantha Sweet, Executiva do Lar”.
É a história de uma mulher que precisa diminuir o ritmo. Encontrar-se e apaixonar-se. O livro proporciona muitas gargalhadas ao leitor.
Samantha Sweet era uma advogada bem-sucedida no Carter Spink, uma das empresas mais prestigiadas de Londres.  Quando Samantha está na iminência de ser nomeada sócia, ela comete um erro crítico, custando um dos clientes de 50 milhões da empresa.  Chocada por seu simples erro e a sua rescisão, Samantha foge do escritório.  Atordoada, ela faz seu caminho para o campo de Londres, onde é confundida por um generoso casal como sendo uma doméstica.  Sem saber o que fazer Samantha se passa por empregada e é contratada pelo casal.
Escondendo-se no campo, Samantha sofre sua própria transformação.  Enquanto se esforça para aprender a cozinhar e limpar, Samantha gradualmente supera o estresse e infelicidade de sua carreira anterior.  Em uma virada da sorte, ela também encontra o amor de sua vida.  Apesar de seus sentimentos por Nathaniel crescer, Samantha fica chocada ao saber de seu ódio pelos advogados. 
 Por si só, Executiva do lar é um doce chick-lit e bem-humorado de se lê.  Kinsella combina facilmente humilhação com vingança Samantha Sweet é um pouco excêntrica.  Em comparação com outros romances de Kinsella, Executiva do lar não chega a ser o melhor livro da autora.  É engraçado, mas não é tão bom como Menina de Vinte ou O Segredo de Emma Corrigan. Kinsella é conhecida por sua habilidade de criar terríveis, momentos embaraçosos. E é nesse mesmo clima que Kinsella escreveu esse livro.
Apesar de suas fraquezas, Executiva do lar ainda é uma deliciosa leitura.  Os fãs de Kinsella ficarão satisfeitos pelo romance, que na verdade, tem um final fantástico, e as mulheres que tentam conciliar carreira e trabalhos domésticos podem facilmente se relacionar com Samantha. Em geral, Executiva do lar é bonito e leve, perfeito para a leitura de férias.

Trecho do livro:

"Levanto a tábua e tento deslizar as pernas - mas elas não se mexem. Minhas bochechas estão queimando enquanto tento interminavelmente ajeitar a tábua, virando de um lado para o outro. Como essa porra funciona?
- Na verdade, pensando bem - digo casualmente - gosto de uma tábua de passar baixinha. Vou deixar assim.
- Você não pode passar aí embaixo! - diz Trish com riso atônito - É só puxar alavanca! Precisa de puxão forte... vou mostrar.
Ela pega a tábua comigo e em dois movimentos ajustou exatamente na altura certa - Acho que você usava um modelo diferente - acrescenta com sabedoria enquanto ela se trava de novo - Cada uma tem seus truquezinhos.
- Sem dúvida! - digo agarrando-me com alívio a essa desculpa - Claro! Estou mais acostumada a trabalhar com uma... uma... Ninbys 2000.
Trish me olha, surpresa. - Essa nao é a vassoura do Harry Potter?
Porra. Eu sabia que tinha ouvido em algum lugar."



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